"Cheio de dedos", de Guinga: análise formal e harmônica
O presente artigo é parte integrante de uma pesquisa em nível de mestrado que está sendo desenvolvida no Instituto de Artes da Unicamp (São Paulo, Brasil) sobre o disco Cheio de Dedos, lançado em 1996 através da Gravadora Velas pelo cantor, violonista e compositor Carlos Althier de Sousa Lemos Escob...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2018
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/159158 |
| Aporte de: |
| Sumario: | O presente artigo é parte integrante de uma pesquisa em nível de mestrado que está sendo desenvolvida no Instituto de Artes da Unicamp (São Paulo, Brasil) sobre o disco Cheio de Dedos, lançado em 1996 através da Gravadora Velas pelo cantor, violonista e compositor Carlos Althier de Sousa Lemos Escobar, o Guinga.
De forma geral, são raras as composições de Guinga que não estejam profundamente relacionadas com idiomatismos e violonismos. Analisando algumas de suas composições, é possível perceber que em grande parte de sua obra Guinga não compõe a partir de uma linha melódica tradicional, com motivos, frases, respirações e períodos, partindo posteriormente para a harmonização, mas parece elaborar suas composições como se as melodias surgissem diretamente das digitações (fôrmas) dos acordes no violão, e da transposição dos mesmos para diferentes regiões do braço do instrumento.
Entretanto, nesta análise, buscarei evidenciar não apenas os aspectos idiomáticos da peça, mas também as estruturas das suas frases e harmonia, possibilitando assim um entendimento mais aprofundado dos elementos utilizados pelo compositor. |
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