O escudo de Aquiles e a tensão entre guerra e <i>mousiké</i> no canto XVIII da <i>Ilíada</i>
O objetivo deste artigo é discutir como a tensão entre a destruição própria da guerra e a experiência propiciada por atividades musicais ou, mitopoeticamente, da esfera das Musas (<i>mousiké</i>) perpassa o canto XVIII da <i>Ilíada</i>, culminando na narração da forja do novo...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2022
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/141619 |
| Aporte de: |
| Sumario: | O objetivo deste artigo é discutir como a tensão entre a destruição própria da guerra e a experiência propiciada por atividades musicais ou, mitopoeticamente, da esfera das Musas (<i>mousiké</i>) perpassa o canto XVIII da <i>Ilíada</i>, culminando na narração da forja do novo escudo de Aquiles por Hefesto. As principais passagens discutidas são a reunião das Nereidas como um <i>khóros</i> que participa do lamento de Tétis por Aquiles, a forma como Aquiles conceitualiza seu antigo conjunto de armas e alguns dos aspectos ressaltados no encontro propriamente dito de Tétis e Hefesto. Quanto ao Escudo, além de rastrear-se a tensão entre destruição e <i>mousiké</i> que o perpassa, mostra-se como essa ajuda a esclarecer dois conjuntos de versos problemáticos, 535-38 e 604-5. |
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