Land grabbing e o aumento das violências no campo no Brasil
Com a adoção do neoextrativismo no Brasil, aumentou a desigualdade fundiária e, consequentemente, a violência no campo no país. Analisamos a relação entre neoextrativismo e violência no campo por meio do levantamento de violências contra a pessoa, como assassinatos, tentativas de assassinatos e amea...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2021
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/134347 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Com a adoção do neoextrativismo no Brasil, aumentou a desigualdade fundiária e, consequentemente, a violência no campo no país. Analisamos a relação entre neoextrativismo e violência no campo por meio do levantamento de violências contra a pessoa, como assassinatos, tentativas de assassinatos e ameaças de morte e de violências contra as propriedades, como expulsões e despejos de famílias entre 1998 e 2018. Os resultados mostraram que a média de ocorrências de violência contra a pessoa aumentou em 79%, enquanto a média de aumento de violência contra a propriedade foi de 25,8%. Além da violência direta, a dinâmica territorial neoextrativista intensificou as violências indiretas, que tem a ação política como principal forma de execução. O caso brasileiro apontou a flexibilização de doze instrumentos legislativos que resultaram no aumento da especulação fundiária e na desregulação ambiental e fundiária. |
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