Análise dos centros de distribuiçao de bens e serviços na Amazônia Brasileira
O fato de os centros se situarem em pelo menos duas redes, como afirma Corrêa (1977) decorre do desenvolvimento de uma economia globalizada, fazendo com que os centros apresentem uma complexidade de funções, participando de múltiplas redes formais e informais. De modo sucinto, pode-se estabelecer um...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2000
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/110847 http://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/trab_eventos/ev.13362/ev.13362.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | O fato de os centros se situarem em pelo menos duas redes, como afirma Corrêa (1977) decorre do desenvolvimento de uma economia globalizada, fazendo com que os centros apresentem uma complexidade de funções, participando de múltiplas redes formais e informais. De modo sucinto, pode-se estabelecer um conceito inicial para redes a partir de Kansky, citado por Bakis (1993:22) e Corrêa (1997:107). Considera-se uma rede como "um conjunto de localizações geográficas interconectadas entre si por um certo número de ligações". Para Santos (1994:167), as redes se originam de fixos e fluxos. Os elementos fixos, neste caso, os nós da rede são representados pelos centros urbanos (cidades), constituídos como resultado do trabalho social; e, de outro lado, a través dos fluxos (caminhos, deslocamentos) que garantem as interações (relacionamentos) entre os fixos. Dentre os diversos tipos de rede, destaca-se aque se refere à das localidades centrais. |
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