Sobre as relaçoes entre trabalho de pesquisa e contribuiçao à efetivaçao da cidadania junto a comunidades tradicionais
Esta comunicação reflete sobre a epistemologia e metodologia de pesquisa posta em prática na análise da mobilização social e política de uma comunidade negra rural na Amazônia Brasileira. A comunidade em questão trata-se do Quilombo do Rosa, localizada no estado do Amapá, região norte da Amazônia. D...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2018
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/109124 http://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/trab_eventos/ev.12619/ev.12619.pdf http://elmecs.fahce.unlp.edu.ar/vi-elmecs/actas/deSouzaSilva.pdf/view |
| Aporte de: |
| Sumario: | Esta comunicação reflete sobre a epistemologia e metodologia de pesquisa posta em prática na análise da mobilização social e política de uma comunidade negra rural na Amazônia Brasileira. A comunidade em questão trata-se do Quilombo do Rosa, localizada no estado do Amapá, região norte da Amazônia. Duas questões centrais orientam a reflexão aqui proposta: a primeira, a questão sobre como é vivida a subjetivação como remanescente quilombola para a comunidade do Rosa, diante das políticas públicas federais sobre a cidadania quilombola e dos tratados internacionais, como a Convenção 169 da OIT; a segunda, a indagação sobre como a relação entre pesquisador e sujeitos da pesquisa pode contribuir para esta efetivação da cidadania quilombola, ou no mínimo não atrapalhá-la. Ambas questões se justificam tendo em vista as recentes reflexões sobre o potencial caráter e efeito objetificador da relação pesquisador e sujeitos da pesquisa, tal como construída pela ciência social moderna, em resumo, refletindo a relação de objetificação e dominação imposta pela Europa ao restante do mundo. A ciência social desenvolveu-se dentro e como parte do projeto de colonização e imperialismo europeu sobre o mundo, e dentro da correspondente ideologia do eurocentrismo. |
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