Modelizaçao de agroecossistemas como estratégia para avaliar propostas tecnológicas que favoreçam a transiçao agroecológica em ambientes de montanha no Brasil e na Argentina
No modelo exclusivamente produtivista o indivíduo humano é tido como meramente um mecanismo de ação, gerando excedentes como poluição e concentração da maior parte do capital na mão dos investidores, sem que estes mesurem o custo ambiental e social. Em contrapartida a agricultura familiar em grande...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2016
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/108990 http://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/trab_eventos/ev.8434/ev.8434.pdf http://elmecs.fahce.unlp.edu.ar/v-elmecs/actas-2016/FerreiraChacon.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | No modelo exclusivamente produtivista o indivíduo humano é tido como meramente um mecanismo de ação, gerando excedentes como poluição e concentração da maior parte do capital na mão dos investidores, sem que estes mesurem o custo ambiental e social. Em contrapartida a agricultura familiar em grande parte contradiz a proposta da produção exclusivista ao capital ao comprovarem a eficácia de modelos autônomos baseados na própria unidade, no consumo e geração de energia, socialmente saudáveis e economicamente viáveis. Neste sentido é importante cada vez mais dentro da autonomia do agricultor familiar, percebe-lo como principal ator do seu agroecossistema e assim enxergar e desenhar suas deficiências e potencialidades, de forma a favorecer a agricultura familiar, a agroecologia e o meio ambiente, ressaltando o desenvolvimento local, como chave para a exequibilidade de projetos que visem a sustentabilidade de agroecossistemas. Trata-se neste trabalho de descrever a agricultura familiar em regiões de montanha baseada em modelos organizados pela própria unidade, com base na técnica de modelização de agroecossistemas. |
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