2. MUSEUS E QUALIDADE – INTERSECÇÕES E DIVERGÊNCIAS
Qualidade da educação; educação para a qualidade; educação e qualidade de vida, não importa em que enunciado se encontrem, educação e qualidade são sempre uma questão política, fora de cuja reflexão, de cuja compreensão não nos é possível entender nem uma nem outra. Não há, finalmente, educação neu...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
Edições Universitárias Lusófonas
2009
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| Acceso en línea: | http://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/494 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=pt/pt-003&d=article494oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | Qualidade da educação; educação para a qualidade; educação e qualidade de vida, não importa em que enunciado se encontrem, educação e qualidade são sempre uma questão política, fora de cuja reflexão, de cuja compreensão não nos é possível entender nem uma nem outra. Não há, finalmente, educação neutra nem qualidade por que lutar no sentido de reorientar a educação que não implique uma opção política e não demande uma decisão, também política de materializá-la (Freire, 1993: 43-44) Depois de termos apresentado alguns dos trajectos das teorias e práticas da educação museal contemporânea, importa-nos neste capítulo articulá-las com o que tem sido pensado e experimentado em torno do eixo Museus e Qualidade. Para isso, iremos socorrer-nos, num primeiro momento, do pensamento que alguns autores têm desenvolvido, no estrangeiro e em Portugal, ao longo da última década. |
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