A alternância do diminutivo –inho/-zinho no português brasileiro: um enfoque variacionista

Neste trabalho, investiga-se a alternância do diminutivo -inho/-zinho, delimitando os fatores que determinam a escolha do falante por um ou outro formativo no Português Brasileiro. Mais especificamente, a partir dos pressupostos da Sociolinguística Variacionista, pretende-se analisar a formação prod...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: CNPQ, de Freitas, Myrian Azevedo, Barbosa, Maria Fernanda M.
Formato: Artículo publishedVersion
Lenguaje:Portugués
Publicado: ALFA: Revista de Linguística 2013
Materias:
Acceso en línea:https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/4850
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-048&d=article4850oai
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Sumario:Neste trabalho, investiga-se a alternância do diminutivo -inho/-zinho, delimitando os fatores que determinam a escolha do falante por um ou outro formativo no Português Brasileiro. Mais especificamente, a partir dos pressupostos da Sociolinguística Variacionista, pretende-se analisar a formação produtiva do diminutivo a fim de constatarmos se temos um único sufixo diminutivo ou se se trata de dois processos distintos que dão origem, respectivamente, às formações X-inho e X-zinho. Neste estudo, utilizou-se a técnica de análise de variância multifatorial (ANOVA Multi Way) para medidas repetidas com intervalo de confiança de 95%, a fim de avaliar se o efeito dos fatores sociais (gênero, dialeto regional e faixa etária) é determinante na seleção do(s) sufixo(s) em análise e se há ou não convergência entre as formas diminutivas –inho e/ou -zinho, medidas ao nível de atitudes dos respondentes por um teste de aceitabilidade. Os resultados revelam que há evidência para admitirmos a existência de duas formas distintas no Português Brasileiro, -inho e –zinho, e indicam que há uma interação entre os fatores dialeto regional, gênero e faixa etária na seleção dos referidos sufixos diminutivos.