Crônica de transgressão e decadência, retórica de excesso e dispersão
O presente ensaio focaliza a Crônica da casa assassinada (1959), de Lúcio Cardoso, do ponto de vista dos diversos paralelos verticais que existem entre os elementos da transgressão e da decadência - no plano da narração - e os do excesso e da dispersão, respectivamente - no da retórica. Vale-se, par...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo publishedVersion |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
ITINERÁRIOS – Revue de Littérature
2008
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| Acceso en línea: | http://seer.fclar.unesp.br/itinerarios/article/view/3503 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-048&d=article3503oai |
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| Sumario: | O presente ensaio focaliza a Crônica da casa assassinada (1959), de Lúcio Cardoso, do ponto de vista dos diversos paralelos verticais que existem entre os elementos da transgressão e da decadência - no plano da narração - e os do excesso e da dispersão, respectivamente - no da retórica. Vale-se, para tanto, das teorias de White, referentes à historiografia, e das de Lyotard, no tocante ao texto pós-moderno. Depreende-se, da análise posterior, que há uma íntima relação entre a cosmovisão antipatriarcalista do autor, tal como é representada neste seu último romance, e o discurso ficcional multivocal que ele emprega para veiculá-la. Palavras-chave: Lúcio Cardoso; patriarcalismo; decadência; historiografia e ficção; crônica; texto polifônico. |
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