Roland Barthes segundo o jornalismo cultural

Roland Barthes nunca esteve no Brasil, porém sua presença no sistema literário foi assegurada por intelectuais que, exercendo a crítica principalmente nas páginas de jornal, atacaram, comentaram e discutiram seus escritos. Neste artigo, examinaremos a recepção à obra do escritor francês pelo jornali...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Brandini, Laura Taddei
Formato: Artículo publishedVersion
Lenguaje:Portugués
Publicado: Programa de Pós-graduação em Letras 2014
Materias:
Acceso en línea:http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/terraroxa/article/view/25195
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-038&d=article25195oai
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Sumario:Roland Barthes nunca esteve no Brasil, porém sua presença no sistema literário foi assegurada por intelectuais que, exercendo a crítica principalmente nas páginas de jornal, atacaram, comentaram e discutiram seus escritos. Neste artigo, examinaremos a recepção à obra do escritor francês pelo jornalismo cultural dos anos 80 em diante, que valorizou um outro Barthes: não o mesmo atacado pela crítica dos anos 50 e 60, assinada predominantemente por intelectuais autodidatas, nem o discutido pela crítica dos anos 70, marcada pelos professores universitários, mas o Barthes transformado em referência para as novas gerações.Roland Barthes was never in Brazil, but his presence in the literary system was ensured by scholars whose criticism in the newspapers' pages have attacked, commented and discussed his works. In this article, we will study the reception to the French writer's works by the cultural journalism since the 1980s, which appreciated Barthes in a different way: he was not anymore the same writer who had been attacked by the critics in the 1950s and 1960s, most of them autodidacts, nor the author discussed in the 1970s by the Professors. Instead of these images, a Barthes transformed in a reference for the new generations.