A violência como discurso em Feliz ano novo de Rubem Fonseca
Após as considerações de Antonio Candido no ensaio A nova narrativa, buscamos estabelecer um patamar comparativo entre as preocupações do crítico em relação à geração de ficcionistas que têm como base as grandes cidades e as relações humanas elaboradas neste espaço e a criação narrativa de Rubem Fon...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo publishedVersion |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
Programa de Pós-graduação em Letras
2016
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/terraroxa/article/view/24905 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-038&d=article24905oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | Após as considerações de Antonio Candido no ensaio A nova narrativa, buscamos estabelecer um patamar comparativo entre as preocupações do crítico em relação à geração de ficcionistas que têm como base as grandes cidades e as relações humanas elaboradas neste espaço e a criação narrativa de Rubem Fonseca, focando a análise em seu livro Feliz ano novo. Considerando parte dos contos dessa importante obra buscamos entender de que maneira esta busca refletir sobre a contemporaneidade, bem como sua matéria narrativa utiliza a violência não só como recurso representativo, mas como base do domínio discursivo.Based on Antonio Candido’s remarks in A nova narrativa, I try to contrast the reviewer´s concernings about the generation of the storytellers of the big cities and its human relations and Rubem Fonseca´s fiction, analysing Feliz ano novo. Taken three shortstories from this book, I try to explain how they reflect the contemporaneity, and also how the author uses violence not just as a representative recourse but as basis of the discourse. |
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