O PROCESSO DE BOLONHA E A INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO NA UNIVERSIDADE: ENTREVISTA COM JOSEP M. BLANCH
Este texto, dividido em duas partes, focaliza o Processo de Bolonha e suas repercussões sobre o trabalho dos professores de universidades europeias, com destaque para o processo de intensificação do trabalho desses docentes. Similarmente ao ocorrido no Brasil, a partir do predomínio do chamado Mode...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Varios |
| Publicado: |
Centro de Estudos Educação e Sociedade
2010
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=87315813014 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-004&d=87315813014oai |
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| Sumario: | Este texto, dividido em duas partes, focaliza o Processo de Bolonha e suas repercussões sobre o trabalho dos professores de universidades europeias, com destaque para o processo de intensificação do trabalho desses docentes. Similarmente ao ocorrido no Brasil, a partir do predomínio do chamado Modelo CAPES de Avaliação e Fomento , os professores europeus sentem o peso e os efeitos do denominado produtivismo acadêmico . A parte central do texto reproduz entrevista concedida pelo professor Josep M. Blanch,1 da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB). Suas reflexões e revelações a respeito da implementação de Bolonha na UAB, em particular, e nas universidades europeias, em geral, servem como efeito-demonstração da implantação e da (pré)visualização dos resultados de um processo caracterizado pela heteronomia. Também compõe o texto uma breve apresentação, por meio da qual se visa contextualizar a temática da entrevista. |
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