Quando nós somos o outro: Questões teórico-metodológicas sobre os estudos comparados
Refletir sobre os problemas postos pela comparação e sobre estudos que a utilizam é o objetivo deste trabalho. O texto é parte de uma pesquisa comparativa sobre políticas de formação profissional de trabalhadores em três países, México, Brasil e itália. Do ponto de vista metodológico, não iniciamos...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Centro de Estudos Educação e Sociedade
2000
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=87313698011 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-004&d=87313698011oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | Refletir sobre os problemas postos pela comparação e sobre estudos que a utilizam é o objetivo deste trabalho. O texto é parte de uma pesquisa comparativa sobre políticas de formação profissional de trabalhadores em três países, México, Brasil e itália. Do ponto de vista metodológico, não iniciamos a reflexão pelas semelhanças, mas pelas diferenças. A utilização do método histórico permite buscar as diferenças entre os países a partir dos processos históricos mais amplos (compreender a história como processo), e reconstruí-las como parte de uma determinada realidade complexa, aberta às transformações (utilizar a história como método). A discussão dos estudos comparados tem diversas vertentes de análise. Neste trabalho procuramos compreender algumas questões que emergem do uso da comparação na antropologia, na história, na sociologia e na ciência política. Por último, apresentamos uma visão metodológica comparativa sobre o tema das políticas de formação profissional. |
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