Teoria da dialogicidade de Paulo Freire: a educação bancária na era dos transtornos de aprendizagem

Este trabalho é um estudo inicial acerca da subjetividade social de professores de uma escola pública de Brasília, Brasil. Esta proposta inclui-se na modalidade de reflexão teórica no eixo temático 1: A educação que emancipa frente às injustiças, desigualdades e vulnerabilidades. A recorrente emissã...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Cunha, Roseane Paulo, Nascimento, Ana Bárbara da Silva, Orrú, Sílvia Ester, Sá, Ana Luiza de França, Silva, Virgínia
Formato: Artigo científico
Lenguaje:Portugués
Publicado: IX Encontro Internacional do Fórum Paulo Freire 2015
Materias:
Acceso en línea:http://acervo.paulofreire.org:80/xmlui/handle/7891/3468
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-019&d=78913468oai
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Sumario:Este trabalho é um estudo inicial acerca da subjetividade social de professores de uma escola pública de Brasília, Brasil. Esta proposta inclui-se na modalidade de reflexão teórica no eixo temático 1: A educação que emancipa frente às injustiças, desigualdades e vulnerabilidades. A recorrente emissão de laudos médicos/psicológicos de transtornos de aprendizagem suscitou uma reflexão teórica para além da culpabilização da pessoa que aprende. A partir da problematização da situação da escola contemporânea trazemos a hipótese de que a normatização das estratégias de aprendizagem por parte dos alunos, característica dos processos de institucionalização, não contribuem a emergência do sujeito que aprende. Para contribuir nesta discussão, trazemos os conceitos de diálogo e educação bancária a partir da obra de Paulo Freire que nos ajuda a compreender de que maneira a emissão de laudos médicos de transtornos de aprendizagem participam de uma educação que não valoriza o diálogo, o que ressalta a condição bancária do espaço escolar atual.