Orçamento Participativo de Vitória Analisando o formato institucional
A viabilização de arranjos institucionais como o Orçamento Participativo (OP) implica regras que estabelecem quem participa, e como participa. Esta pesquisa teve como propósito analisar as regras que organizaram este processo decisório, a partir do estudo de caso em Vitória (ES) e identificar quais...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
2006
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74260109 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-046&d=74260109oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | A viabilização de arranjos institucionais como o Orçamento Participativo (OP) implica regras que estabelecem quem participa, e como participa. Esta pesquisa teve como propósito analisar as regras que organizaram este processo decisório, a partir do estudo de caso em Vitória (ES) e identificar quais foram os limites à participação no decorrer do processo. Para tanto foram, avaliados as possibilidades e limites do OP, levantando alguns fatores que foram considerados determinantes para a implementação e para o sucesso deste modelo, quais sejam: o projeto, o comprometimento político do governo; e a formatação institucional resultante das articulações entre o Estado e a sociedade. A pesquisa procurou destacar como cada gestão coordenará o Orçamento Participativo e quais os contornos e os custos que essa política assumirá em cada momento. Como resultado do nosso trabalho, mostramos como a última gestão responsável pelo OP, mesmo a partir de discursos pela participação conseguiu traçar dois caminhos distintos resumindo à participação a uma simples armadilha verbal. |
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