Fluxos e fronteiras. Mapeando o pentecostalismo brasileiro em Portugal

Este artigo traça alguns percursos da expansão das igrejas pentecostais brasileiras em direção ao território português, analisando a assimetria no número de denominações e fiéis entre as regiões portuguesas, defendendo a tese de que certas conformações socioculturais mostram-se refratárias à implant...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Paulo Gracino de Souza Junior
Formato: Artículo científico
Publicado: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul 2014
Materias:
Acceso en línea:http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74232097008
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-046&d=74232097008oai
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Sumario:Este artigo traça alguns percursos da expansão das igrejas pentecostais brasileiras em direção ao território português, analisando a assimetria no número de denominações e fiéis entre as regiões portuguesas, defendendo a tese de que certas conformações socioculturais mostram-se refratárias à implantação e limitam o crescimento das igrejas pentecostais. Assim, mais que se concentrar nos fluxos transnacionais e nas estratégias de religiões nascidas no Brasil para se estabelecer no exterior, este trabalho trata das contestações e das resistências vernaculares a esses fluxos. Para esta análise, utilizamos um duplo expediente metodológico: quantitativo, em que foram utilizados dados provenientes principalmente do censo português, e qualitativo, centrado sobretudo em depoimentos orais e análise de textos de jornais e revistas.