Redefinindo a base teórica para o estudo dos partidos social-democratas
A ciência política geralmente interpreta a social-democracia como moderação, adesão ao capitalismo e diferenças apenas residuais em relação ao liberalismo de mercado. Este artigo advoga por outra definição, baseada nas ideias de Kautsky e Bernstein, com dois elementos-chave: a importância central da...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
2012
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74223598006 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-046&d=74223598006oai |
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| Sumario: | A ciência política geralmente interpreta a social-democracia como moderação, adesão ao capitalismo e diferenças apenas residuais em relação ao liberalismo de mercado. Este artigo advoga por outra definição, baseada nas ideias de Kautsky e Bernstein, com dois elementos-chave: a importância central da democracia representativa e parlamentar e o reconhecimento de que há limites para avançar na transformação social. O reformismo gradual que daí decorre é o meio pelo qual os partidos social-democratas buscam melhorar a vida de trabalhadores e excluídos.É discutida a dinâmica interna dos partidos social-democratas, cuja tensão entre o pragmatismo bernsteiniano e o purismo kautskiano evita que a social-democracia vá para um dos extremos e se descaracterize. Debate-se o significado da moderação da social-democracia, a qual deve avançar no limite das possibilidades e lutar para modificar tais limites. Ao pesquisador cabe avaliar esses avanços relativamente aos limites e as ações realizadas para reduzir tais restrições. |
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