Quando o campo é o patrimônio: notas sobre a participação de antropólogos nas questões do patrimônio
É crescente o número de antropólogos que fazem pesquisas no campo do Patrimônio. Do ponto de vista reflexivo, muitos destes pesquisadores têm contribuído com análises acuradas sobre a questão do valor e de suas atribuições no contexto social, uma vez que os bens culturais patrimonializados são aquel...
Guardado en:
| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Universidade Federal de Goiás
2005
|
| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=70380203 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-045&d=70380203oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | É crescente o número de antropólogos que fazem pesquisas no campo do Patrimônio. Do ponto de vista reflexivo, muitos destes pesquisadores têm contribuído com análises acuradas sobre a questão do valor e de suas atribuições no contexto social, uma vez que os bens culturais patrimonializados são aqueles com forte conteúdo simbólico, capazes de expressar e/ou representar nações, regiões, etnias ou grupos sociais. Por outro lado, o fato do campo do Patrimônio constituir-se também enquanto um campo de intervenção social faz com que, em muitos casos, à perspectiva reflexiva dos pesquisadores sejam adicionados outros interesses e demandas. Entre os antropólogos que estudam, refletem e produzem sobre o Patrimônio e os antropólogos que se colocam como agentes ativos do Patrimônio podemos mapear correntes, vertentes e tendências. Nos anos mais recentes, tanto no contexto nacional quanto internacional, estas tensões e/ou conjugações entre atividades reflexivas e práticas vêm ganhando novos contornos com a implementação de uma política voltada para o inventário e registro do chamado Patrimônio Intangível. Particularmente neste campo, os antropólogos vêm ocupando espaço expressivo e sendo instados a formular critérios e metodologias capazes de ampliar a patrimonialização das diferenças culturais. O artigo visa mapear as diferentes posições dos antropólogos no campo do Patrimônio discutindo as tensões e/ou conjugações entre diversas formas de atuação, reflexivas e/ou práticas. |
|---|