Os mediadores do patrimônio imaterial
Este artigo propõe uma reflexão quanto aos limites dos atuais instrumentos de salvaguarda e preservação do patrimônio imaterial. Orientados pelas reflexões da antropologia, levantamos questões relativas aos direitos autorais coletivos e ao retorno dos benefícios obtidos pelo registro do patrimônio i...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Universidade Federal de Goiás
2003
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=70360107 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-045&d=70360107oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | Este artigo propõe uma reflexão quanto aos limites dos atuais instrumentos de salvaguarda e preservação do patrimônio imaterial. Orientados pelas reflexões da antropologia, levantamos questões relativas aos direitos autorais coletivos e ao retorno dos benefícios obtidos pelo registro do patrimônio imaterial. A devolução dos resultados também implica uma questão discursiva. Portanto, vamos comparar duas experiências institucionais: a primeira, proposta pelo Museu do Índio, sobre o registro da pintura corporal dos índios W ajäpi do Amapá. A segunda, sobre o projeto Celebrações e Saberes da Cultura Popular, do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Seguem-se daí as indagações sobre as maneiras de se aperfeiçoar os mecanismos de registro e demais políticas públicas de salvaguarda |
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