O encanto dos medicamentos: metáforas e metonímias

A disponibilidade sempre à mão e a extrema popularidade dos fármacos ocidentais nos países em desenvolvimento apresenta importantes questões gerais para a antropologia médica. Na tentativa de explicar por que os medicamentos são tão atrativos em tantas culturas diferentes, este artigo sugere que ele...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Sjaak Van Der Geest, Susan Reynolds Whyte
Formato: Artículo científico
Publicado: Universidade Federal de Goiás 2011
Materias:
Acceso en línea:http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=70322141020
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-045&d=70322141020oai
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Descripción
Sumario:A disponibilidade sempre à mão e a extrema popularidade dos fármacos ocidentais nos países em desenvolvimento apresenta importantes questões gerais para a antropologia médica. Na tentativa de explicar por que os medicamentos são tão atrativos em tantas culturas diferentes, este artigo sugere que eles facilitam processos simbólicos e sociais particulares. A chave para o seu encanto é a sua concretude; neles a cura é objetificada. Como coisas, eles permitem à terapia se desprender do emaranhado social. Medicamentos são commodities que passam de um contexto de significado para outro. Como substâncias eles são coisas boas para se pensar em ambos os sentidos metafórico e metonímico. Eles intensificam a percepção da enfermidade como algo tangível, e facilitam a comunicação sobre experiências difíceis de serem expressadas. No curso de sua transação eles carregam consigo associações para profissionais confiáveis e a força e o potencial de outros contextos culturais, dos quais eles um dia foram parte.