Seja moderno, seja marginal: engenhos e artimanhas da contracultura no Cariri

O artigo revisita a discussão sobre Memória e Identidade, discutindo como, no contexto contemporâneo, a multiplicação de projetos e a efetividade dos meios de deslocamentos de signos em larga escala dinamizam a idéia de fronteira, guardiães, bem como a pretensa polarização entre modernidade e tradiç...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Roberto Marques
Formato: Artículo científico
Publicado: Universidade Federal de Goiás 2008
Materias:
Acceso en línea:http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=70311249006
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-045&d=70311249006oai
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Sumario:O artigo revisita a discussão sobre Memória e Identidade, discutindo como, no contexto contemporâneo, a multiplicação de projetos e a efetividade dos meios de deslocamentos de signos em larga escala dinamizam a idéia de fronteira, guardiães, bem como a pretensa polarização entre modernidade e tradição. Para tanto, analisa a produção de jovens artistas da década de 1970, em uma região ao sul do Ceará. Essa produção, inspirada nos ideais divulgados pela música popular de então, desloca as narrativas sobre a cidade e a região.