A política externa estadunidense no atual quadro político sul-americano
A tese central que procuramos explorar nesse artigo é de que o presente quadro político sul-americano tem exigido do imperialismo estadunidense uma redefinição estratégica, no sentido de neutralizar, debilitar e, se possível for, destruir experiências/ tendências políticas regionais que não se alinh...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Centro de Investigaciones sobre América Latina y el Caribe
2011
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=64018487005 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=mx/mx-008&d=64018487005oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | A tese central que procuramos explorar nesse artigo é de que o presente quadro político sul-americano tem exigido do imperialismo estadunidense uma redefinição estratégica, no sentido de neutralizar, debilitar e, se possível for, destruir experiências/ tendências políticas regionais que não se alinham à sua política externa. Sob a máscara da defesa da democracia e do argumento de que as políticas orientadas para o mercado latino-americano correm risco, em razão de questões como delinqüência, crime organizado internacional, narcotráfico mundial e terrorismo global, a estratégia global do imperialismo estadunidense passa então a definir uma nova doutrina de guerra preventiva que justifica a utilização do poder bélico contra qualquer país, em nome de sua própria defesa. No cerne da questão o que -de fato- está em pauta é a defesa (e reprodução) dos interesses de suas corporações multinacionais e capital financeiro, por meio do confisco internacional de ativos lucrativos, tais como financeiros, energéticos, comunicacionais e de recursos naturais, ademais do domínio de mercados locais. |
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