O Contraponto Paulista: FLORESTAN FERNANDES, ORACY NOGUEIRA E O PROJETO UNESCO DE RELAÇÕES RACIAIS
Este artigo tem por objetivo analisar os estudos de Florestan Fernandes e de Oracy Nogueira sobre as relações raciais em São Paulo nos anos 1950 sob o patrocínio da Unesco. Professores dos mais importantes centros de ciências sociais do Brasil na época (Escola Livre de Sociologia e Política - ELSP e...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Universidade Estadual de Londrina
2014
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=193331342002 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-038&d=193331342002oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | Este artigo tem por objetivo analisar os estudos de Florestan Fernandes e de Oracy Nogueira sobre as relações raciais em São Paulo nos anos 1950 sob o patrocínio da Unesco. Professores dos mais importantes centros de ciências sociais do Brasil na época (Escola Livre de Sociologia e Política - ELSP e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras - FFCL/USP), Florestan e Oracy revelam diferentes perspectivas sobre as relações entre raça e classe. Enquanto no estudo de Florestan, raça está subsumida à classe, na investigação de Oracy verifica-se que as intersecções entre raça e classe nas análises das disparidades raciais não podem ser explicadas apenas pelas desigualdades sociais. Desse modo, o ciclo de pesquisas da UNESCO revelou diferentes visões acerca do racismo no Brasil. |
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