Odes mórbidas, metáforas inertes: práticas de sacralização da morte e re-invenção dos sujeitos a partir do estudo das manifestações arquetípicas

O presente trabalho tem como objetivo analisar as formas de apropriação e representação dos sujeitos perante a morte, ao estudar histórias de vidas distintas entre si, que, pela circularidade de uma determinada forma de apreensão social, acabam por se entrelaçarem em torno das práticas de religios...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Francisco Chagas O. Atanásio
Formato: Artículo científico
Publicado: Universidade Estadual de Londrina 2010
Materias:
Acceso en línea:http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=193314432016
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-038&d=193314432016oai
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Sumario:O presente trabalho tem como objetivo analisar as formas de apropriação e representação dos sujeitos perante a morte, ao estudar histórias de vidas distintas entre si, que, pela circularidade de uma determinada forma de apreensão social, acabam por se entrelaçarem em torno das práticas de religiosidade. Ao partir por esse pressuposto, se propõe abordar como as identidades dos sujeitos são re-inventadas e se processam em uma estrutura de sentidos, circundante em um determinado imaginário sociocultural. Alinhado a esse processo se busca avaliar como essas práticas sociais imprimem significados e se esculpem enquanto manifestações arquetípicas, sendo produção de subjetividades resultantes de construções s0- cioculturais que adquirem uma mobilidade implícita no campo do inconsciente coletivo.