Liberdade - ponto de chegada de uma criação contínua : os portuguez (1814-1826)
Razão de uma escolha: a importância do periódico O Portuguez e do seu redactor João Bernardo da Rocha Loureiro no desencadear da Revolução Liberal portuguesa de 1820, que deu início ao processo que colocou fim à monarquia absoluta e desencadeou a desconstrução do Antigo Regime em Portugal. Nesta pan...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | article Artículo publishedVersion |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Universidad Nacional de Cuyo. Facultad de Filosofía y Letras. Instituto de Literaturas Modernas
2013
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://bdigital.uncu.edu.ar/6384 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Razão de uma escolha: a importância do periódico O Portuguez e do seu
redactor João Bernardo da Rocha Loureiro no desencadear da Revolução
Liberal portuguesa de 1820, que deu início ao processo que colocou fim à
monarquia absoluta e desencadeou a desconstrução do Antigo Regime em
Portugal. Nesta panorâmica, e tendo como horizonte de chegada a fruição
da liberdade, pode dizer-se que, enquanto sistema de significações
colectivas, o imaginário do redactor Rocha Loureiro parece actuar como
reacção ao poder dissolvedor da inteligência, como regulador que satisfaz a
busca apaixonada de um grupo ou sociedade que persegue a sua
identidade da qual a liberdade é elemento constituinte, fundamental e
fundamentador. A liberdade define-se pela ausência de limitação às
garantias necessárias para o harmonioso desenvolvimento do indivíduo.
Antes de mais a liberdade é, na sua essência, uma ausência de limitação,
sendo simultaneamente uma determinação positiva e espontânea da
vontade de liberdade em que cada um procura atingir o fim racional de que
está possuído. O indivíduo deseja a liberdade com vista a alcançar o melhor
possível do seu ser. Na essência, a vontade de liberdade de cada um
confunde-se com a vontade colectiva que encontra a sua expressão no
poder político. |
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