Movimento estudantil na ocupação de escolas e defesa da educação pública de qualidade.

O presente trabalho apresenta a resistência do movimento estudantil à implantação da parceria público-privada, via Organizações Sociais, no Estado de Goiás/Brasil. Iniciamos apontando elementos reflexivos sobre participação política e ação coletiva e uma breve trajetória histórica do Movimento Estud...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: da Silva Resês, Erlando, Duarte, Marcilon
Formato: Artículo revista
Lenguaje:Portugués
Publicado: Núcleo de Estudios e Investigaciones en Educación Superior del MERCOSUR 2017
Materias:
Acceso en línea:https://revistas.unc.edu.ar/index.php/integracionyconocimiento/article/view/17116
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Descripción
Sumario:O presente trabalho apresenta a resistência do movimento estudantil à implantação da parceria público-privada, via Organizações Sociais, no Estado de Goiás/Brasil. Iniciamos apontando elementos reflexivos sobre participação política e ação coletiva e uma breve trajetória histórica do Movimento Estudantil no Brasil, registrando desde as primeiras lutas dos estudantes até os dias atuais. A reforma de Córdoba ganha destaque quando apresentamos a origem do movimento estudantil e suas reivindicações.  Como e por que aconteceu a ocupação das escolas, realizada pelo movimento estudantil no Estado de Goiás, no período de dezembro de 2015 a fevereiro de 2016?  Estamos diante de um novo paradigma de luta? Que luta foi essa e o que ela representa para a Educação? Para dar cabo destas questões recorremos à pesquisa bibliográfica e entrevista com estudantes. Na historiografia, a luta estudantil representava a busca pela superação do status quo em uma sociedade que adotava o regime militar e noutro instante, o foco foi o enfrentamento da política neoliberal, com a instituição de privatizações pela via da implantação de contratos de gestão e aplicação de Organizações Sociais. As ocupações de escolas públicas representaram/representam a tática de luta do movimento estudantil na atualidade.