Os rios da miséria no tríptico do Capibaribe de João Cabral de Melo Neto
Neste artigo, analisamos como o poeta João Cabral de Melo Neto, a partir das reflexões contidas nos poemas: O cão sem plumas (1950), O rio (1954) e Morte e vida severina (1956), revela as interconexões existentes entre as novas percepções sensíveis elaboradas sobre a pobreza e as reflexões literária...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
Facultad de Filosofía y Humanidades. Escuela de Historia
2026
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/RIHALC/article/view/52039 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Neste artigo, analisamos como o poeta João Cabral de Melo Neto, a partir das reflexões contidas nos poemas: O cão sem plumas (1950), O rio (1954) e Morte e vida severina (1956), revela as interconexões existentes entre as novas percepções sensíveis elaboradas sobre a pobreza e as reflexões literárias desenvolvidas em meados do século XX. Nosso objetivo é produzir uma interpretação das imagens e das representações de novo tipo que o poeta pernambucano inaugurou com o seu tríptico do Capibaribe. Essa perspectiva de análise busca evidenciar como o registro e a reflexão da pobreza produzidos nesses poemas propiciaram uma autocompreensão moderna de país a partir de uma experiência regional e local. Esse prisma procura entender este processo como produto de uma historicidade que articula história intelectual e história urbana tendo sua centralidade na cidade do Recife. |
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