O Aparelho de Morin revisitado: o truque de Galileo solucionado pelo registrador de queda livre na França

O presente trabalho revisita o aparelho inventado pelo general e físico francês Jules Morin, do Conservatoire des Arts et Metiers de Paris. Este aparelho, que se conserva até hoje no Conservatório, hoje transformado em Museu, resolve de forma brilhante a impossibilidade que Galileo Galilei tinha à s...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Danhoni Neves, Marcos Cesar, Rodrigues Martins, Milene, Parrilha da Silva, Josie Agatha, Buffon, Alessandra Daniela
Formato: Artículo revista
Lenguaje:Español
Publicado: Asociación de Profesores de Física de la Argentina 2026
Materias:
Acceso en línea:https://revistas.unc.edu.ar/index.php/revistaEF/article/view/52420
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Descripción
Sumario:O presente trabalho revisita o aparelho inventado pelo general e físico francês Jules Morin, do Conservatoire des Arts et Metiers de Paris. Este aparelho, que se conserva até hoje no Conservatório, hoje transformado em Museu, resolve de forma brilhante a impossibilidade que Galileo Galilei tinha à sua época de registrar a queda acelerada de um corpo em queda livre. Galileo, não dispondo de um cronômetro à época, resolveu a descrição do movimento acelerado fazendo experimentos com planos inclinados. Medir o tempo de descida de um corpo em queda era impossível à época, porém, esta queda podia ser imaginada como se um corpo estivesse abandonado num plano a 90 graus em relação ao solo. Se isso era impossível, então, Galileo resolveu o problema “diluindo” o tempo de queda, mediante uma inclinação suficiente para poder marcar os grani de tempo. Esta espécie de “truque” só seria resolvido na metade do século XIX por um físico francês, Jules Morin, adaptando um cilindro girando a uma velocidade rotacional constante a um corpo em queda com um lápis atrelado a ele.