O papel da Inteligência Artificial no ensino de ciências: estudo de caso de uma aula proposta
O lançamento, em novembro de 2022, de ferramentas de inteligência artificial generativa (IAG), como o ChatGPT, ampliou o acesso a interações em linguagem natural e fomentou debates sobre seu uso educacional. Este estudo investigou, por meio de um prompt genérico, a elaboração, pelo ChatGPT, de um pl...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Asociación de Profesores de Física de la Argentina
2026
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/revistaEF/article/view/52413 |
| Aporte de: |
| Sumario: | O lançamento, em novembro de 2022, de ferramentas de inteligência artificial generativa (IAG), como o ChatGPT, ampliou o acesso a interações em linguagem natural e fomentou debates sobre seu uso educacional. Este estudo investigou, por meio de um prompt genérico, a elaboração, pelo ChatGPT, de um plano de aula de Física para o Ensino Médio. A análise qualitativa, com base na comparação entre a proposta da IAG e um livro didático brasileiro selecionado pelo PNLD, revelou uma abordagem predominantemente expositiva e centrada no professor, alinhada ao modelo de “educação bancária” descrito por Paulo Freire. Essa perspectiva educacional limita o desenvolvimento do pensamento crítico e a participação ativa dos estudantes. Conclui-se que o uso pedagógico da IAG requer formação docente específica em engenharia de prompts, visando a elaboração de aulas dialógicas e centradas no aluno. O estudo aponta, ainda, para a necessidade de inserir o uso crítico dessas tecnologias nos currículos de formação de professores, de modo a potencializar práticas reflexivas e humanizadoras no ensino de ciências. |
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