A ética da escuta: o desafio dos pesquisadores em história oral
No ano de 2014, a Associação Brasileira de História Oral (ABHO) completou vinte anos de existência, fruto da convergência de diferentes instituições e grupos que utilizam história oral em suas pesquisas. Apesar de seus diferentes modos de entender a história oral, seus procedimentos de entrevista e...
Guardado en:
| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Asociación de Historia Oral de la República Argentina
2015
|
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/testimonios/article/view/32375 |
| Aporte de: |
| Sumario: | No ano de 2014, a Associação Brasileira de História Oral (ABHO) completou vinte anos de existência, fruto da convergência de diferentes instituições e grupos que utilizam história oral em suas pesquisas. Apesar de seus diferentes modos de entender a história oral, seus procedimentos de entrevista e registro, este artigo pretende ressaltar a importância de uma ação que une a todos os pesquisadores: o ato da ouvir. Para isso, defendese a reflexão sobre uma ética da escuta, envolvendo o respeito ao narrador, às suas memórias e expectativas, por meio de uma postura que envolve olhos, ouvidos e alma. A ética da escuta exige dos pesquisadores responsabilização pelas narrativas, como testemunhas e mediadores de suas histórias, num mundo em que o excesso de informação banaliza as experiências. Isso representa aproximar a Universidade das comunidades, através de uma história mais humana, preocupada com um conhecimento que promova o reconhecimento, a difusão e a intervenção social. |
|---|